Um aumento de 20% no preço de refrigerantes, por exemplo, seria capaz de reduzir a obesidade em adultos de 33,4% para 30,4%, diz um estudo.
Não sei se isso seria suficiente, mas mexer no bolso das pessoas pode ser uma medida, já que as pessoas acham tão difícil se convecer de que o consumo de refrigerantes faz mal a saúde.
- Rejane
- Londrina, Paraná
- Graduada em Famácia e Bioquímica pela Universidade Estadual de Londrina (1982), cursou mestrado em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (1992) e doutorado em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (2003). Faz parte do banco de avaliadores institucionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP/SINAES). Professora de cursos de graduação e pós-graduação na área de Nutrição da Universidade Norte do Paraná (Unopar) e da Faculdade Arthur Thomas. Atua na área de desenvolvimento de produtos alimentícios, com ênfase em alimentos funcionais, especialmente a soja. No momento está direcionando as pesquisas à área de nutrição em envelhecimento.
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