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Londrina, Paraná
Graduada em Famácia e Bioquímica pela Universidade Estadual de Londrina (1982), cursou mestrado em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (1992) e doutorado em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (2003). Faz parte do banco de avaliadores institucionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP/SINAES). Professora de cursos de graduação e pós-graduação na área de Nutrição da Universidade Norte do Paraná (Unopar) e da Faculdade Arthur Thomas. Atua na área de desenvolvimento de produtos alimentícios, com ênfase em alimentos funcionais, especialmente a soja. No momento está direcionando as pesquisas à área de nutrição em envelhecimento.

terça-feira, 22 de março de 2011

Reeducação do paladar

Reeducar o paladar é a única maneira de ter uma alimentação saudável.
Usar produtos ligths só com moderação...

Ensinando a criançada a comer direito

A nutricionista Cláudia Lobo, 39 anos, prova em seu livro ''Comida de Criança - Ajude seu Filho a se Alimentar Bem Sempre'' que é mais do que possível oferecer aos pequenos qualidade nas refeições, por mais que o tempo seja escasso, os fast foods seduzam e as birras sejam frequentes. O trabalho está direcionado para a fase dos 2 aos 12 anos, quando os hábitos alimentares são formados.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Comer mal é um vício ou temos escolhas?

Esta reportagem é de abril de 2010, porém é atual e é necessário pensarmos sobre ela.

"A ciência médica acrescentou à lista de produtos capazes de provocar dependência algo assustadoramente próximo de nós: a comida gordurosa. Um estudo com ratos publicado na revista Nature Neuroscience sugere que o consumo de alimentos ricos em gordura leva ao desenvolvimento de um tipo de dependência parecida com a que afeta os viciados em cocaína ou heroína. O cérebro dos ratos superalimentados, assim como nos dependentes químicos, apresenta uma queda acentuada nos níveis de substâncias responsáveis pelas sensações de prazer, conhecidas como receptores de dopamina. Com menos receptores, o organismo precisa de quantidades de gordura cada vez maiores para que o cérebro registre satisfação. É o mesmo mecanismo cerebral do vício humano em drogas. A pesquisa, feita apenas em ratos, confirmou em laboratório pela primeira vez aquilo de que muitos especialistas já suspeitavam: certos tipos de comida viciam.

“Espero que este estudo mude a maneira como muitos pensam sobre comida”, diz Paul Johnson, coautor do estudo realizado no Scripp Research Institute, da Flórida. “Ele demonstra como a oferta de comida pode produzir superalimentação e obesidade.”

Ao vincular dependência química à alimentação, a pesquisa divulgada na semana passada lança uma série de novas questões – e reanima velhos fantasmas – no debate sobre comida. Levada às últimas consequências, ela pode até mesmo sugerir que os consumidores são manipulados pela indústria do fast-food do mesmo modo como jovens são aliciados por traficantes na porta das escolas. Trata-se do tipo de estudo que traz alento àqueles que acreditam que somos reféns de uma indústria alimentar inescrupulosa, incapaz de manifestar uma preocupação genuína com a saúde – e afirmam que o cidadão precisa de regras quase policiais para controlar a comida, assim como precisa da polícia antidrogas."

sábado, 5 de março de 2011

Escola com alimentação saudável é imprescindível, mas os pais determinam o comportamento saudável

A decisão de assumir a educação alimentar dos alunos, adotada nos últimos anos por várias escolas, alivia a preocupação dos pais que não querem que os filhos comam besteiras fora de casa.
Porém,os pais não podem deixar a responsabilidade só com a escola. Precisam encontrar artifícios para driblar a comida ruim que atrai as crianças.
Uma pesquisa da consultoria GS&MD revelou que 30% dos gastos de uma família brasileira com alimentação se referem a comida que não é preparada em casa. Portanto, os pais devem ensinar suas crianças comerem saudavelmente em casa e fora dela.

As lições de uma família saudável

Comer de forma saudável é lição que se aprende em casa.
Se pai e mãe não tem alimentação saudável, como querem ter um filho que coma somente alimentos benéficos à saúde?
O segredo é ter em casa frutas, verduras, legumes em abundância e NÃO ter chips, biscoitos recheados, salgadinhos, ou seja, aquilo que não faz bem à saúde.

Não existem fórmulas mágicas: alimentação tem que ser balanceada.

"Comer bem é importante. No entanto, não existem pílulas mágicas. Quem come mal (muita gordura, calorias, carboidratos refinados) não pode achar que será saudável se ingerir um ou dois alimentos que contêm nutrientes benéficos. As dietas precisam ser holísticas. Os nutrientes que você descreveu podem ajudar, mas a simples ingestão deles não vai tornar uma pessoa mais saudável. O importante é verificar como é a dieta dela como um todo." (Jim Kaput, 2010)

sábado, 14 de agosto de 2010

Viva melhor com menos sal

Com pequenas mudanças na dieta e os novos produtos da indústria, é possível vencer a hipertensão sem abrir mão de comer bem – e com prazer.
A humanidade parece ter um problema recorrente com o sal. Em seus primórdios, na África, os ancestrais do Homo sapiens lutavam contra a escassez dessa substância essencial ao organismo humano. No sal encontra-se o sódio, elemento químico crucial para o metabolismo das células. Sem sódio, não haveria vida como a conhecemos. Por ele ser importante, e difícil de obter na natureza, a evolução dotou o corpo de mecanismos extremamente eficazes para reter o sal. Cada vez que um caçador obtinha sal por meio do sangue e dos órgãos dos animais ou pela ingestão de algum vegetal rico em sódio, o corpo se agarrava a ele com tenacidade. A máquina orgânica foi aprimorada nas savanas africanas para que o suor, a urina e as fezes eliminem quantidades mínimas de sal. O objetivo da natureza é preservá-lo dentro do corpo. Mas as circunstâncias mudaram radicalmente

Quanto veneno tem nossa comida?

Os resíduos de agrotóxicos nos alimentos cultivados no Brasil só preocupam quando são mal usados
Francine Lima (texto) e Alberto Cairo e Gerson Mora (arte)
Desde que os pesticidas sintéticos começaram a ser produzidos em larga escala, na década de 1940, há dúvidas sobre o perigo para a saúde humana. No campo, em contato direto com agrotóxicos, alguns trabalhadores rurais apresentam intoxicações sérias. Para avaliar o risco de gente que apenas consome os alimentos, cientistas costumam fazer testes com ratos e cães, alimentados com doses altas desses venenos. A partir do resultado desses testes e da análise de alimentos in natura (para determinar o grau de resíduos do pesticida na comida), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece os valores máximos de uso dos agrotóxicos para cada cultura. Esses valores têm sido desrespeitados, segundo as amostras da Anvisa. Alguns alimentos têm excesso de resíduos, outros têm resíduos de agrotóxicos que nem deveriam estar lá. Esses excessos, isoladamente, não são tão prejudiciais, porque em geral não ultrapassam os limites que o corpo humano aguenta. O maior problema é que eles se somam – ninguém come apenas um tipo de alimento

domingo, 11 de julho de 2010

Criação de taxas para refrigerantes poderia reduzir número de obesos

Um aumento de 20% no preço de refrigerantes, por exemplo, seria capaz de reduzir a obesidade em adultos de 33,4% para 30,4%, diz um estudo.
Não sei se isso seria suficiente, mas mexer no bolso das pessoas pode ser uma medida, já que as pessoas acham tão difícil se convecer de que o consumo de refrigerantes faz mal a saúde.

Importância da vitamina K na coagulação

A vitamina K é necessária para ativar uma das principais proteínas dos ossos e tem ação anti-hemorrágica, estimulando a coagulação.
Leiam esta reportagem.

domingo, 27 de junho de 2010

Reportagem publicada na Revista CartaCapital: "Morrer pela boca, a sina"

Obesidade não deve ser uma preocupação com a estética e sim com a saúde. é tão fácil se alimentar bem e com prazer sem alimentos com alto teor de gordura, carboidratos de alto índice glicêmico. Seguir o modelo da alimentação dos Estados Unidos está nos levando aos mesmos problemas. Leiam esta reportagem....

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Comida Maquiada

É de suma importância que o consumidor saiba ler as informações que há em um rótulo de alimentos, mas como identificar o que é correto e o que não é? O consumidor deve conhecer todos os termos utilizados na área. E ainda saber diferenciar o que as emmpresas utilizam como marketing e que nem sempre é saudável. Este é o assunto divulgado na reportagem publicada pela Revista Época em 14/05/2010 e que vem ao encontro do que tenho divulgado entre meus alunos. Leia a reportagem na íntegra.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Excesso de sal em sopas instantâneas

Corantes dos alimentos podem causar danos à saúde

Reportagem exibida pelo Jornal Hoje da Rede Globo em 2009. Os corantes, adicionados aos alimentos para torná-los mais atraentes, podem desencadear alergias e complicações respiratórias. Rótulos dos produtos trazem as informações escritas de modo complicado.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Qual a diferença entre alimentos diets e ligths?

Alimentos diets são destinados a regimes alimentares especiais porque podem ser adicionados ou suprimidos um ou mais nutrientes e não necessariamente tem menor teor de caloria. Ex. chocolate diet: deve ser consumido por quem precisa ou quer restringir o açúcar, mas apresentam mais calorias que o chocolate normal. 30 g de chocolate diet pode ter em torno de 165 calorias ao passo que a mesma quantidade de chocalate normal tem 156 calorias. Alimentos ligths são aqueles que em geral apresentam redução de, no mínimo, um terço de qualquer de seus atributos e são destinados a pessoas sãs enão necessáriamente com menor teor de caloria. Exemplos: sal ligth tem menor teor de sódio e não tem nenhuma caloria. Creme de Leite tradicional versus light: a redução de aproximadamente 36% de calorias e 16% de gordura. Portanto, tem que se tomar cuidado com a quantidade ingerida de alimento e não apenas introduzir alimentos modificados.

O que são alimentos funcionais?

Alimentos funcionais são aqueles que além de fornecer nutrientes, fornecem substâncias não nutrientes que são benéficas à saúde. Antioxidantes, por exemplo, que podem prevenir o envelhecimento precoce e doenças crônicas não degenerativas. Porém, seu consumo deve ser diário, ou seja, deve fazer parte da sua dieta normal. Tipos de alimentos que são considerados funcionais: Fontes de ômega 3: peixes de água fria (salmão, sardinha, atum) Flavonóides: UVA, AMORA,FRAMBOESA, FRUTAS CÍTRICAS, BRÓCOLIS, REPOLHO, CHÁ VERDE, SOJA,ETC. ANTOCIANINAS: FRUTAS EM GERAL (PRINCIPALMENTE EM FRUTAS VERMELHO ESCURAS E ROXAS) CATEQUINAS: UVA, MORANGO, CHÁ VERDE, CHÁ PRETO RESVERATROL E QUERCETINA: CASCA DE UVA, VINHO TINTO, MAÇÃS. LUTEÍNA E ZEAXANTINA: OVOS, FOLHAS VERDES (LUTEÍNA) PEQUI E MILHO (ZEAXANTINA) LIGNANAS: LINHAÇA FIBRAS/PREBIÓTICOS (FIBRAS INSOLÚVEIS E SOLÚVEIS FRUTOOLIGOSSACARÍDEOS, INULINA): GRÃOS INTEGRAIS, FRUTAS E VEGETAIS EM GERAL - MELHORA DA SAÚDE INTESTINAL REDUÇÃO DO RISCO DE CÂNCER DO CÓLON CONTROLE DO COLESTEROL. PROBIÓTICOS (BIFIDOBACTÉRIAS E LACTOBACILOS):LEITES FERMENTADOS, IOGURTES COM BIFIDOBACTÉRIAS: MELHORA DA SAÚDE INTESTINAL REDUÇÃO DO RISCO DE CÂNCER DO CÓLON MELHORA DA INTOLERÂNCIA À LACTOSE. SULFETOS ALÍLICOS (ALIL SULFETOS): ALHO E CEBOLAS - REDUÇÃO RISCO DOENÇAS CARDIOVASCULARES ESTÍMULO À PRODUÇÃO DE ENZIMAS PROTETORAS CONTRA O CÂNCER GÁSTRICO